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Conto 27
Meu Padrasto é Puro Tesão
.....Bom, antes de começar
meu relato, deixa me apresentar. Meu nome é Marcio, tenho hoje
26 anos, sou moreno claro, cabelo cortado a maquina, 1,75m e 73kg
de um corpo liso e malhado graças a nossa sagrada academia. Já
sai com mulheres mas sempre morri de tesão por homens. Tesão
incontrolável. Evitava de ir a praia porque babava só em ver
aqueles caras de sunga, qualquer um, maludo então...voltava pra
casa e me acabava na punheta. Desde que me entendo por gente sou
assim. Hoje em dia já me considero gay, não sou de ficar
espalhando isso e muito menos de ficar dando pinta, nem curto.
Mas sou viciado em um macho maludo.
Bem, vamos ao meu relato.
.....Minha mãe se separou do meu pai muito cedo. E com isso André entrou em nossas vidas quando eu tinha 9 para 10 anos. Era um cara bonito, moreno, uma barba meia por fazer só pra dar um charme, alto, 1,83m, esportista, professor de educação física e instrutor de academia, ou seja, um corpo saudável e muito do gostoso. E tinha o peito com aquele pelo aparado...nossa... delicia. Enfim, esse era o namorado de mamãe e meu futuro padrasto. Minha mãe o conheceu na academia e eles engataram o namoro, talvez pra deixar meu pai com ciúmes, ou sabe-se lá porque, so sei que em poucos meses ele já praticamente morava lá em casa e já fazia parte da nossa rotina diária. De cara nos demos muito bem. Saiamos juntos, seja pra ir no mercado, pra buscar minha mãe no trabalho, enfim...éramos bons amigos. Mas lógico que eu gostava de sua companhia por outros motivos. Passava mal com ele dirigindo sem camisa do meu lado, aquele peitão suado, aquela barriga batida, sequinha... me controlava ao máximo pra não dar bandeira. E ele por sua vez um puta safado. Mexia com as garotas na rua, ajeitava a mala visivelmente pesada no short e adorava falar putaria. Era aquele tipo de cara que enchia a boca pra dizer como era gostoso meter numa buceta, socar forte, fazer a puta gemer, acho que dá pra fazer uma idéia.
.....O tempo foi passando, eu
fui criando corpo graças aos esportes que o próprio André
incentivava a fazer, fui atraindo olhares e chamando a atenção.
Minha mãe e ele já eram praticamente casados e ele morava lá
em casa de vez. Lá pelos meus 17 para 18 anos já saia com as
garotas, André, amigão, me emprestava o carro e tudo, mas
naquele tempo estava no auge do meu tesão, minha vontade de
sentir um macho era tão grande que eu mesmo me assustava. Meu
pau babava toda vez que eu imagina André, todo gostoso, sem
camisa, e de cueca, como varias vezes eu já tinha visto e
admirado, aquele homem com aquele jeito todo safado e tarado de
ser e aquele recheio enorme que ele tinha entre as pernas.
Não sei exatamente quando começou, mas André, de uma maneira
sutil, brincando, começou a elogiar meu corpo, a dizer que eu
estava bonito, fortinho e que estava com bundão. Ficava super
sem graça ao ouvir aquelas coisas mas ao mesmo tempo cheio de
esperança. Quando ficávamos sozinhos ele desencadeava a falar
um monte de sacanagens, a mexer no volume, me perguntava coisas
como se eu já tinha transado, como foi, se eu meti de quatro, se
tinha gozado, onde tinha...ele gostava de saber, de perguntar, de
falar, como já o conhecia eu as vezes falava, inventava,
embarcava na brincadeira.
.....Certa noite, nós três (eu, minha mãe e André) estávamos vendo TV na sala e eu acabei cochilando, minha mãe foi pro quarto dormi e pediu pra André que me acordasse e mandasse eu ir pra cama na hora que ele fosse se deitar. Como já era de noite e eu ia me deitar mesmo estava so de short de dormir, sem cueca, sempre dormi assim, mas naquele dia acabei por cair no sono no sofá, ao lado de André. Por volta de uma hora senti algo alisar bem de leve minha parte inferior da coxa, subindo bem de mansinho em direção a minha bunda. Na mesma hora despertei, mas fingi dormir. Queria saber o que estava acontecendo. Era bom demais para ser verdade. Comecei a arfar de excitação mas tentando não mostrar nenhum sinal de que estava acordado. Para o meu sonho e medo o André estava me alisando.
.....Meu peito parecia pular,
estava já quase sem ar. Não sabia o que fazer. Sentia a mão
dele deslizar com cuidado. Ouvia a TV ligada, o som baixo, e a
respiração dele também arfando. De repente senti algo encostar
bem na entrada do meu cuzinho descoberto. Era o dedo dele. Ele
passava a ponta do dedo na minha entradinha, deslizava cheio de
cuidado e empurrava muito devagar, pressionando bem
melindrosamente, aquele dedo grossinho pra dentro de mim. Não
chegava a entrar, mas eu sentia a intenção.
Eu me arrepiava dos pés a cabeça, mas tentava não sair da
posição, não me mexer, prendia a respiração ao máximo pra
ele não perceber o quanto eu estava nervoso e acordado. Ele
dizia algumas coisas, não pra mim, mas pra si próprio como:
caralho, que vontade de meter, Cuzinho lindo,
Tesão, caralho, tesão da porra!. Falava isso baixo,
como sussurro e deslizava a mão na minha bunda, brincava com o
dedo no meu rego.
.....Tentei olhar abrindo o
olho o mínimo possível e vi ele meio que deitado no sofá, com
uma mão dentro das calças batendo uma punheta furiosa e seu
rosto não dava pra ver pois ele estava com cara na direção da
minha bunda. Naquela hora meu tesão subiu pela as tabelas, meu
pau latejava, e incontrolavelmente meu cu começou a piscar. Não
conseguia controlar. Eu ouvia a respiração dele mais pesada,
seu dedo ficou mais nervoso e meu cu com mais fome. Sentia agora
a ponta do dedo dele molhada, e ele pressionou com mais força. A
pontinha ameaçou a entrar. Ele deixou o dedo lá, massageava de
forma delicada, mas eu sentia que ele já estava quase perdendo a
cabeça... e eu também. Até que numa hora eu não conseguia
mais controlar a excitação, as piscadas do meu já eram
frenéticas e quando o dedo do André entrou mais um pouco eu dei
uma leve rebolada. Ele percebeu. Não tirou o dedo, mas parou de
um súbito. Senti que me olhava. Tentei disfarçar, fingia dormir
pesadamente. Mas ele não era nenhum besta. Deu mais uma
pressionada com o dedo e eu, cheio de tesão, dei mais uma leve
rebolada. E nessa hora ele parou, tirou o dedo e tudo ficou em
silencio. Continuei na minha, quieto. Ouvi movimento no sofá mas
não conseguia ver. De repente senti sua mão pesada entrar
dentro do meu short segurando minha bunda e, tarado de vontade,
ele veio com tudo e meteu a língua!
André abocanhou meu cu feito um animal, metendo a língua de
forma compulsiva. Agarrava meu quadril com força cravando os
dedos e enfiando a língua na minha olhota sem pena e sem pudor.
.....Eu me entreguei e gemia, gemia, delirava com aquela linguona me babando, deixando meu cu todo molhado. Ele me puxou pelo os cabelos e me arrastou até o seu volumão. Puxei o short dele de dormir e dei de cara com um cacetão que escorria baba a ponto de ter deixado a virilha dele toda molahada. Abocanhei aquela piroca com fome enquanto ele metia o dedo no meu cu, me dedando todo tarado.
.....Depois de ficar me deliciando com aquele pirocão na boca ele me puxou pra cima, me tascou um puta beijo na boca de língua e me jogou deitado no sofá. Acabou de arrancar meu short de dormir com violência e tirou a roupa dele toda deixando o short dele na altura da canela. Com o meu bundão empinado pro alto na posição de frango assado ele mais uma vez meteu o linguão e empapou meu cuzinho com sua saliva. Lambia tudo. E depois veio pra cima de mim.
.....To doido pra meter no seu cu seu viado puto! Tu ta acabando comigo! To alucinado de tesão pra meter nu cu igual o seu, cuzão lindo!!
.....Falando isso ele
posicionou a cabeça fazendo a baba daquele picão a saliva que
ele emplastou meu cu se misturarem, e metendo pressão, foi
arregassando meu rabo, mergulhando o cacetão pra dentro de mim.
Eu me segurei nas almofadas do sofá e soltei um gemido que ele
foi obrigado a colocar a mão na minha boca pra que ninguém
ouvisse pois minha mãe estava dormindo. Gemia com a meu dele
tampando minha boca, arranhava ele e todo o sofá, me recontorcia
de dor e de um prazer, de uma sensação que nunca havia
experimentado.
Aquele picão mergulhou todo pra dentro de mim. André meteu
tudo, fundo, tarado e alucinado de tesão. A socada era devagar,
mas funda, incisiva, me fazendo revirar os olhos e torcer os pés
no ar. Ele veio pra todo em cima de mim, me abraçou encontando a
boca no meu ouvido e a piroca entrou mais, com mais fome, mais
funda, mais vertiginosa. Eu pensei que fosse morrer.
.....Ele começou a socar sem pena, meu pau babava que parecia q eu havia mijado nas calças, mas era pura baba. Ele me segurava com força, pegada forte, pirocona mergulhando frenética, meu cu arrombado e todo preenchido por aquele cacetão delicioso que estava me deixando dolorido de dor, de tesão e de prazer. Até que ele sussurrou já sem força, numa voz quase fina, no pé do meu ouvido:
.....Vou gozar caralho, vou gozar, caralho tesão vou gozar!!!!
.....E mordendo meu ombro pra
não soltar um gemidão alto ele recheou meu cu com seu leite,
ainda metia, entrava todo em mim, me apertava com força como se
fosse me esmagar e gozava roçando seu peito com aqueles pelos
que espetavam no meu corpo já meio mole e todo entregue para ele
e para aquele cacetão.
Aquela foi a foda mais alucinante, gostosa e dolorida da minha
vida. Depois fomos nos lavar e nos deitar. No dia seguinte, sem
minha mãe ver, ele se aproximou de mim por trás e disse
baixinho no meu ouvido.
.....Ontem foi uma delicia. Quero esse cuzinho pra mim todo dia. Minha putinha! E saiu, se afastou, com aquela cara de safado tarado e um sorriso de um verdadeiro puto cheio de más intenções.
.....Hehehe... não preciso dizer mais nada né. Aquele cacetão (que hoje eu sei, tem 21cm) tem casa certa.
Texto publicado na íntegra sem edições ou correções
| Conto enviado por Márcio Participe desta galeria enviando seu conto erótico Divida com nossos visitantes as suas aventuras e nos deixe com muito tesão Click Aqui Participe |
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