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Contos 21
Durante
a festa
.....Fazia
muito tempo que eu não ia a uma boa festa e que também não
ficava com ninguém. E eu já estava mais do que entediado quando
o Juan, um hetero, amigo meu convidou para ir com ele e outros
amigos para um a festa de quinze anos. Topei na hora, afinal eu
não estava fazendo nada e louco pra sair um pouco de casa. Na
verdade, pensei mesmo foi na possibilidade de arrumar alguém pra
sair e me divertir um pouco. Sexo nunca e demais e ausência dele
faz falta.
Chegamos na festa por volta de onze da noite. A lua esta cheia e
resplandecia no céu iluminando tudo. Eu nem conhecia a
aniversariante, mas mesmo assim, com toda a educação que tenho,
comprei um presente e entreguei a ela no momento em que a
conheci. Foi ai que a noite mudou e muito. Conheci uma pessoa que
naquela noite iria me fazer muito bem. Era tudo o que eu
precisava e não conseguia.
.....O nome dele era Marcus,
ele era nada mais nada menos que o pai da debutante. Um homem
charmoso, de porte, garbo e elegância sem igual. Sua cor era de
um pardo que lembrava e muito um índio. Seus cabelos eram negros
com alguns fios grisalhos o que lhe conferia um charme a parte.
Dentro daquele terno preto, eu só conseguia imaginar o que
estava escondido. Mas minha imaginação logo seria elucidada e
isso não demorou a acontecer.
Por volta de uma da manhã, Marcus chegou por trás de mi e
balbuciou algo em meu ouvido. Naquele momento eu tive um arrepio
misturado com um arrombo no coração. Eu não conseguia
acreditar que ele havia me notado e queria me ver a sós. Esperei
ele sair e uns dez minutos depois fui atrás no local combinado.
Meu coração parecia que ia sair pela boca.
.....Quando
cheguei e dei de cara com aquele homem, minha reação foi apenas
uma: ficar parado e deixar as coisas acontecerem.
Marcus fechou a porta e logo em seguida chegou perto de mim.
Aquela aproximação me fez tremer ainda mais. Já não sabia se
tremia de medo de ser pego em flagrante ou de ânsia de ter
aquele homem em cima de mim me enrabando. Ele logo me encostou na
parede e disse baixo no meu ouvido: Está pronto pra me dar
àquilo que tanto quero? Dar-me tudo o que preciso para ser feliz
e me sentir satisfeito.
.....Foi então que nesse
instante fitando-o fixamente nos olhos disse: Sou todo seu e tudo
o que rolar aqui dentro só vai depender de você. Sem
pestanejar, ele foi logo retirando uma camisinha do bolso,
aproveitei a situação e desabotoei a calca e fui pegando na
pica dele. Pra minha grata surpresa ela já veio dura como uma
pedra no ponto certo de uma boa mamada. Ele então me entregou a
camisinha e disse: Coloca com a boca! E mete ele todo dentro
dela!
Coloquei a camisinha e comecei a trabalhar naquela pica nem
grande nem pequena, nem grossa e nem fina, mas com o tamanho
certo pra dar um enorme e gostoso prazer. A primeira chupada foi
sem igual. Ele sentiu a vontade de chupar e de súbito deu um
gemido que qualquer um poderia ouvir. Fui então trabalhando e
espalhando outras partes. Lambia e chupava lentamente as bolas
enquanto ele se contorcia todo. Perguntei se estava machucando ou
algo assim e a resposta veio logo: Não para! Continua...
.....Cada lambida ou mesmo
chupada era sempre bem recebida. Ele por vez segura minha cabeça
e enfiava a pica dentro da minha boca, por outras deixava que eu
comandasse a festa. E como eu comandei. Sentindo que ele estava
próximo de gozar, parei o serviço, desci minha calca, e
indiquei o caminho da felicidade para ele, que entendeu o recado
e me pondo em uma posição razoável começou a cumprir seu
papel de macho dominante.
.....Ao iniciar a
penetração, ele me perguntou se estava doendo. Respondi que
não (mas na verdade estava), então ele me diz: Mas seu cu e
tão apertado, tem certeza que não está doendo? Não falei mais
nada e deixei a foda rolar solta. E como ele sabia comer um cu.
Parecia ser experiente no assunto. Ele comandava a foda como um
capitão comanda seu navio. Cada introdução daquela pica dentro
do meu cu, era um lampejo de dor e prazer. Eu me segurava para
não gritar. Só gemia baixinho, enquanto ele gemia normalmente
como se estivesse com a própria esposa, sem medo algum de ser
pego.
.....Os movimentos de vai e
vem daquela pica deliciosa eram divinos em todos os sentidos. Ele
sentou onde eu estava apoiado e pediu para eu sentar na pica e
cavalgar um pouco. Fiz o que ele me pediu. Sentir a pica entrando
daquela forma era ótimo. E bem em frente a nós havia um espelho
enorme onde ambos podíamos ver toda a ação. Nesse instante
pude notar que estávamos dentro de um banheiro. O risco era
grande, mas o prazer maior ainda.
.....Cada rebolada que eu dava
ele gemia, sentindo um puta de um tesão. E eu por minha vez
ficava a ver a cena de vai e vem sendo reproduzida no espelho
frente a mim. A intensidade de movimentos era cada vez maior.
Não agüentando mais, ele me levantou da pica, retirou a
camisinha e gozou longos jatos de porra. E que jatos de porra
foram aqueles. O espelho ficou todo lambuzado daquela deliciosa e
suculenta matéria masculina.
.....Ele se vestiu e saiu... E
eu fiquei ali parado tendo o meu próprio momento de prazer
através de uma punha gostosa, regada a lembrança do que acabou
de acontecer. O prazer era tanto que não demorou muito e eu
gozei lambuzando todo o chão a minha frente. A sensação de bem
estar durou algum tempo. Foi quando me levantei, me recompus e
voltei à festa sem saber ao menos quantas horas eram.
.....Só me lembro de ve-lo ao
lado da esposa e da filha e nada mais... Bebi tanto que cheguei
em casa carregado. Até pensei que foi um sonho, mas se fosse
como acordaria com o cu todo ardido... Não. Foi real e aconteceu
mesmo naquela noite passada. Uma noite da qual não vou esquecer
nunca mais.
Texto publicado na íntegra sem edições ou correções
Conto
enviado por
Geovane Venâncio
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