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Contos 18

Aconteceu naquela noite

Aconteceu Naquela Noite

 

.....Eu morava em uma comunidade pobre e carente. Igual a todas as essas que existem pais a fora. E como em toda comunidade carente, o chefe do tráfico era temido por todos. Eu ao contrário tinha uma amizade enorme com ele que rendeu o que vou contar agora.

.....Voltando para casa no meio da noite, fui abordado por dois integrantes do trafico que foram logo me dizendo que o Zulu estava a fim de levar uma conversa comigo. Eu não tive medo, afinal não devia nada a ele. Eu os acompanhei conversando normalmente até a entrada da casa do chefe do tráfico.

.....Zulu era um homem alto, corpulento, de cor parda, olhos negros como a noite que não tem luar. Todas as mulheres que ele queria, conseguia sem muito esforço. Claro que ele só não mexia com a mulher dos outros traficantes e amigos do tráfico. De resto ele tinha quem queria e quando queria.

.....Entrei na casa e fui logo recebido com um sorriso e um forte abraço. O Zulu me conduziu a sua alcova e sentando-se na cama me perguntou:

- Outro dia eu soube que você ficou com um de meus homens e não adianta mentir dizendo que não por que o safado já me confessou tudo. E eu disse a ele que poderia mexer e ficar com qualquer um, menos com você!

.....A última frase foi dita com um tom de soberania misturada à tirania.

.....Não disse que sim nem que não, afinal ele não tinha nada a ver com o acontecido. Só não conseguia entender o porquê comigo não.
Nesse momento ele me pegou pelas mãos e me sentou na cama bem ao lado dele. Foi quando ele calmante foi retirando a roupa peça por peça e ficou completamente nu em minha frente.
Não conseguia tirar os olhos daquele corpo tão gostoso. Já não pensava em nada a não ser na foda que ali iria rolar.

.....Retirei uma camisinha de dentro de minha bolsa e com rapidez a coloquei no cacete que já estava duro e teso. Abaixei e ajoelhei no chão e comecei meu trabalho bocal. Eu não acreditava que estava ali, mamando o cacete do chefe do tráfico. E que cacete gostoso e plenamente mamavel.
Grosso, roliço e grande, devia ter uns 21 centímetros de comprimento. Era um cacete glorioso.

.....A cada chupava ele gemia não se importando quem ou o que estivesse próximo e que poderia ouvir. Aproveitei o momento e fiquei pelado. Ele então me pediu para subir em cima dele para que ele pudesse lamber meu cu. Aquilo foi tudo. Não pensei duas vezes e fiz o que ele pediu. A primeira lambida foi seguida de um gemido meu e de um dele. O tesão de ambos era enorme. Cada enfiada de língua dentro do meu cu mostrava o quanto ele tinha vontade de me comer e de ter meu cu só pra ele.

.....Eu aproveitava cada segundo chupando e lambendo aquela rola deliciosa. As bolas dele a essas alturas já se encontravam dentro de minha boca e ao alcance de minha língua faminta. Ai que delicia!!!! Que cacete maravilhoso.

.....De repente ele me deitou de lado, subiu melhor na cama e com vontade foi introduzindo o cacete dentro do meu cu. Foi maravilhoso e de uma delicadeza sem igual. Agora eu entendia porque as mulheres ficavam loucas de desejo com aquele homem. Ele sabia fazer tudo para que a pessoa sentisse prazer. E como sabia. Cada enrabada que eu levava eu não sentia dor alguma, só sentia prazer. Ele enfiava o cacete devagar e retirava, num ritmo que faria qualquer um gozar gostoso e bem.

.....Mudamos de posição e no frango assado eu pude sentir o poder daquele cacete. Pude sentir todo o seu comprimento dentro do meu rabo. Cada estocada era de um prazer incomensurável. Eu sentia todo o prazer do mundo naquele instante. Não demorou muito e ele me disse que ia gozar. As estocadas se intensificaram e com extremo prazer e com gemidos de prazer ele gozou... Gozou muito dentro daquela camisinha e como gozou! Eu senti que o espaço reservado à porra tinha sido pouco, mas não importava, eu já tinha conseguido satisfazer aquele homem maravilhoso.

.....Retirando o pau de dentro do meu cu ele nada falou a não ser um fique ai que já volto. Fiquei deitado com a bunda voltada pra cima. Esperando para ver o que ia acontecer. Ali mesmo naquela posição adormeci todo suado, pelado e com um tesão danado pelo que tinha acontecido. Algum tempo depois não sei quanto acordei com um toque macio vindo de mãos que estavam trêmulas e desejosas de mais e mais prazer.

.....O Zulu havia retornado e com ele toda sua vontade de foder um cu e não deu outra. Começamos tudo de novo e após uns vinte minutos ele gozou de novo. O gemido alto e forte ecoou por toda a comunidade. Vesti-me e sai como se nada tivesse acontecido.

.....Dias de depois a escolta aconteceu de novo e uma nova foda também. Desde então sou o que se pode chamar de mulher de malandro.
Mantenho um caso com ele que apesar de proibido é extremamente excitante. E isso me faz um bem e tanto. Pra ele também que satisfaz seus desejos mais secretos comigo.
Eu aprendi a amar aquele homem e de certa forma, acho que ele a mim. Vou querer mais o que?

 

Texto publicado na íntegra sem edições ou correções

Conto enviado por
Geovane Venancio

 

 

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