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Conto 07
Presente de Aniversário
Me chamo Otto, tenho 24 anos, estudo Administração. Sou Negro, 1,87. A história que vou contar se passou aqui em Belo Horizonte, no dia do Aniversário do meu amigo Alexandre. Meu amigo acabara de fazer 19 anos. Ele é loiro, magro, bem mais baixo que eu, deve ter 1,70, por aí. Olhos castanho-esverdeado encantadores e uma cara de anjo safado enlouquecedora. Alexandre já tinha me contado uma vez que tinha tido uma relação homossexual, mas até onde sabia, ele preferiu sempre as garotas. O terror das menininhas.
Eu já tive também uma relação homossexual antes, mas agora sou noivo de uma menina linda de quem não pretendo me separar, mas vamos à história.
Era o dia do aniversário do Alexandre, todos nós estávamos muito empolgados com a festa que estávamos fazendo sem que ele soubesse. Logo pela manhã, telefonei pra ele pra mentir, dizendo que teria que sair pra um município próximo pra ele não vir na minha casa. Dei os parabéns pelo telefone mesmo. Percebi que ele ficou meio chateado, porque costumamos sair juntos pra tudo, mas justo no dia do aniversário dele eu ia sair e ele não tinha o que fazer. Preparamos a surpresa e no começo da noite telefonei de novo:
-Xandy, to em casa já. Vai fazer o quê agora de noite?
- Nada. Nunca tive aniversário mais chato! Você fez o que o dia todo?
- Rapaz, resolvi umas coisas, mas não importa. Hoje vamos sair pra caçar (ir procurar meninas) juntos.
- Opa! Demorou, velho! Que horas passo na sua casa?
- Não sei Xandy, passa 8h. Mas vem oito em ponto porque já tem duque armado pra gente.
- Melhor ainda! Dez pras oito eu chego!
- Beleza, velhão! Fui.
- Té mais, Otto.
Eu e uns amigos, esperamos Alexandre chegar. Quando ele chegou, fizemos aquela surpresa a festa rolou até tarde. Bebemos muito mesmo e quando todo mundo tava indo embora Alexandre me chamou:
- Tô muito mal pra ir embora, cara. Posso dormir aqui?
(Eu nem queria escutar isso! Rsrsrs) Claro Xandy. Minha casa é a sua casa. Já não sabe não, é caralho?
- Valeu então. Vou deitar. Posso deitar na cama de casal? (a minha...)
- Vá lá. Eu durmo aqui na sala.
Ele foi, tirou a camisa, a calça e ficou só de cueca boxer preta e se jogou como uma porca na minha cama. Eu não tive qualquer malícia porque não se aproveita de bêbados, principalmente amigos bêbados. Fui dormir no sofá da sala. Quase amanhecendo, acordei com o Alexandre me chamando, reclamando que tava muito suado e queria tomar banho. Pediu uma toalha, mandei ele pegar no guarda-roupas. Ele foi, meio contrariado, pegou a toalha e foi pro banheiro. Depois de tomar banho me acordou de novo. - Tô.. me empresta um short seu. Aquela roupa ta muito suja.
Mais uma vez indiquei o guarda-roupas e ele foi, pegou um dos meus calções mais folgados e vestiu. Não demorou muito até ele vir me chamar mais uma vez. Ottoo, dorme aqui caralho. Aí ta frio pacas! Não liguei, ele insistiu: - Velho, o aniversário é meu até a gente limpar a casa. Eu to mandando você vir pra cá. Levantei a contragosto, mas já percebendo a segunda intenção. Deitei na cama do lado dele. Ele me olhava e eu me encolhia no edredon.
- Não pegamos ninguém né Otto?
- Eu peguei a Kátia... Katiaça! Tô zonzo ainda man.
- (risos e uma pausa) Cara, vc ta tremendo de frio. Quem tomou banho fui eu.
Aí eu entrei no jogo.
- Então deita aqui do lado, pra ficar mais quente.
- Posso te abraçar?
- Olha, só se for por cima do edredon...
- Já é um bom começo.
- Começo de quê?! Velho, dê a real, eu não vou ficar diferente com você por isso. Já conversamos sobre isso.
- Então porque o edredon?
- Tudo bem... deita aqui debaixo, mas não se mexe muito senão não resolve... tô com frio
- Por mim, sem problema. Quero mais é te esquentar.
Ele deitou na minha frente, de costas pra mim e colou o máximo que pôde. Meu pau já estava tesudo a essa altura. Fiz posição de conchinha e o abracei por cima do ombro. Ele correu a mão dele pela minha perna até chegar no meu pau. Eu ofegava. Ele passou a mão na minha barriga, enfiou a mão dentro do meu short. Soltou o cordão, baixou um pouco e tirou meu pau duraço... depois começou a roçar a bunda no meu mastro e eu alisava a barriga dele, com a boca encostada na orelha dele, respirando forte enquanto ele me puxava pra mais perto dele. Eu mordi a orelha dele e ele virou pra me dar um beijaço... a essa altura não tinha frio que resistisse. Puxamos o edredon, e nos abraçamos.
Me afastei um pouco dele e disse:
- Xandy, esse é o seu presente de aniversário.
Depois me soltei um pouco dele, lambi desde o pescoço até o umbigo, passando por aqueles mamilos rosadinhos duríssimos de arrepio, segurei o calção pelo elástico e puxei de vez. O pau dele pulou fora do short com um baque surdo na barriga. Fiz um belo boquete no Xandy que se contorcia... seu pau devia medir uns 16cm e tinha uma cabecinha bonita, bem rosada tb. Engoli seu pau, lambia as bolas de Xandy e ele agora era quem ofegava. Então ele me pediu pra virar o corpo pra ele.
- Quero te chupar tb, Otto.
Virei o pau pra ele que agarrou com voracidade e chupou meu pau como nenhuma mulher já fez. Enquanto ele me chupava, eu enfiava o dedão no anelzinho dele que piscava pra mim e chupava a cabecinha do seu pau. Quando estava no ponto, ele falou comigo:
- Me come agora. Quero ser sua putinha, pelo menos por hoje, fode meu anelzinho vai.
Eu não sei me fazer de rogado numa hora dessas. Puxei a camisinha que ele mesmo botou no meu pau e deitei ele de barriga pra cima.
- Você agora é minha cachorra. Vou te furar agora como você nunca furou as menininhas...
Ele gemeu quando coloquei a cabeçona do meu pau na porta do cuzinho virgem dele. Tenho 18cm de pau, grosso, mas não muito. Pior foi passar a cabeça. Mas Xandy relaxou, peguei ele pelas pernas e comecei a socar devagar o pau até chegar o talo. Parei pra ele acostumar com o cuzinho alargado e ele gemia baixinho... mas fazia cara de safado, queria mais. Então, comecei a empurrar todo meu cacete pra dentro dele e ele me pedia mais, mais... queria ser fodido mesmo e eu atendi o pedido dele. Dei ritmo nas socadas e fui deixando cada vez mais forte e rápido. O pau dele não amoleceu um segundo sequer, tava morrendo de tesão. Quando estava perto de gozar, tirei rápido pau do cuzinho dele, tirei a camisinha e punhetei a uns centímetros do rosto dele, que colocou a língua pra fora pedindo leite. Gozei no rosto dele e ele lambeu como uma puta qualquer. Depois, ele sentou, abracei ele por trás e ele começou a tocar uma punheta enquanto eu mordia a orelha e alisava o peito e a barriga. Gozou em instantes e eu espalhei a porra dele pela barriga enquanto ele gemia de tesão.
Deitamos abraçados mas o suor e a sujeira de porra não nos deixaria dormir. Fomos ao banheiro, tomamos um banho juntos, trocamos carinhos íntimos e depois voltamos pra cama pra nos esquentar um no outro. Fomos dormir quando o dia já tinha raiado... juntos, pé com pé, mão com mão, perna com perna, a cabeça dele no meu peito e os desejos saciados. Finalmente a festa acabou.
Conto eviado por
Carnicerius
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